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Plano negou o tratamento com o Kisunla (Donanemabe)? Entenda seus direitos — Elisa Accioly Advocacia

Kisunla — Elisa Accioly Advocacia | Estratégia Médico-Jurídica
Estratégia Médico-Jurídica

Quando um tratamento
pode fazer diferença,
cada mês importa.

Se o médico prescreveu o Kisunla para Alzheimer inicial e o plano de saúde negou a cobertura, nossa equipe pode avaliar juridicamente as alternativas disponíveis para o seu caso.

Família buscando tratamento para Alzheimer — Kisunla cobertura plano de saúde

Sabemos o que você está sentindo agora.

Seu familiar recebeu um diagnóstico de Alzheimer inicial — e você quer agir enquanto ainda há tempo.

O médico indicou o Kisunla, mas o plano de saúde recusou a cobertura.

Você pesquisou e descobriu que o custo de 1 ano de tratamento pode ser centenas de milhares de reais.

Você não sabe se existe saída jurídica — ou se ela chega a tempo de fazer diferença.

Tem medo de que a demora do plano consuma a janela terapêutica — o único momento em que o tratamento tem eficácia máxima.

O tratamento existe.
O plano nega. Existe saída.

Em 2025, a ANVISA aprovou o Kisunla (donanemabe) — o primeiro anticorpo monoclonal com indicação para o tratamento do Alzheimer em fase inicial disponível no Brasil. O medicamento tem respaldo científico e regulatório.

O problema é que a negativa é a regra, não a exceção. A grande maioria das operadoras recusa a cobertura — e a família fica sem saber que pode reverter isso pela via judicial, com urgência.

Existe uma janela de tempo ideal para a eficácia do tratamento.
Não deixe o plano de saúde fechar essa porta.

Existe um caminho.
É mais rápido do que você imagina.

1

Conversa inicial

Você nos conta a situação. Analisamos o caso sem compromisso.

2

Construção da demanda

Trabalhamos com o médico para estruturar a documentação necessária.

3

Ação com urgência

Pedido judicial para obrigar o plano a custear o tratamento.

Por que Elisa Accioly Advocacia

Somos pioneiros na
judicialização do Kisunla
no Brasil.

Nossa atuação começa antes da petição. Trabalhamos em conjunto com o médico responsável para estruturar o diagnóstico e a documentação que sustentam a ação judicial.

Não somos um escritório que espera a negativa chegar para protocolar uma ação. Somos parceiros do processo desde o diagnóstico médico e da preparação de uma estratégia judicial de sucesso.

“Oferecemos estratégia médico-jurídica para acesso ao tratamento.”

Elisa Accioly — Consultoria e Advocacia em Direito à Saúde

Dúvidas sobre o acesso ao Kisunla

O plano pode negar o Kisunla alegando que está fora do rol da ANS?
Pode tentar. Mas essa justificativa raramente se sustenta. O Kisunla tem aprovação da ANVISA e, com a prescrição médica e a documentação correta, há fundamento jurídico sólido para exigir a cobertura. Os Tribunais vêm decidindo a favor do paciente nessas situações.
A negativa foi só por telefone, sem nada escrito. Isso atrapalha?
Não. A falta de resposta formal não joga contra você — especialmente em casos de urgência. Guarde todos os protocolos de atendimento. Na conversa inicial, orientamos o que fazer a partir daí.
Existe uma janela de tempo para iniciar o Kisunla? Preciso agir rápido?
Sim. O Kisunla é indicado para a fase inicial do Alzheimer — e essa janela se fecha com o avanço da doença. Quanto antes a documentação for organizada e a cobertura buscada, melhor. A análise da janela terapêutica é essencial para garantir que a atuação médica tenha o respaldo jurídico adequado.
Quais documentos preciso reunir?
O laudo médico e os exames que embasam o diagnóstico são o ponto de partida. Uma documentação bem construída não apenas instrui o processo — ela protege juridicamente a indicação do médico e fortalece o pedido de cobertura. Na conversa inicial, orientamos sobre o que reunir no seu caso específico.
Dá para conseguir o tratamento antes de o processo terminar?
Sim. É possível pedir ao juiz que determine a cobertura imediata, antes do desfecho final — quando a urgência é evidente. Em casos com janela terapêutica, esse risco costuma estar claro. A forma como o pedido é construído é o que faz a diferença. Por isso somos pioneiros na parceria com os médicos.
A recusa do plano pode gerar indenização?
Pode. Quando a recusa é indevida e causa sofrimento real ao paciente e à família, os Tribunais reconhecem o direito à reparação. Se isso se aplica ao seu caso? Avaliamos na análise inicial.
Meu familiar é idoso. Isso muda alguma coisa?
Sim — a favor dele. Processos envolvendo pessoas com 60 anos ou mais, ou portadoras de doença grave, têm prioridade de tramitação na Justiça. Isso pode acelerar bastante o andamento.
Vocês atendem fora do Rio de Janeiro?
Sim, atuamos em todo o Brasil.
Diante de um diagnóstico dessa natureza, ninguém deveria ficar sem orientação. A conversa inicial é o seu primeiro passo para entender o que é possível fazer pelo seu familiar.

Dê o 1º passo,
agende sua conversa inicial.

Se existe saída para o seu caso, vamos encontrá-la juntos.
O tempo, no Alzheimer, não espera.

Falar com a equipe no WhatsApp

elisaaccioly.com.br